segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Oliveira verdejante na Casa de Deus

Mas eu sou como a oliveira verdejante na casa de Deus. Salmo 52:8a


Gospel Prime (compartilhamento)
Por: Hélio Roberto
É impressionante como Davi utiliza a figura da oliveira para retratar o seu relacionamento e intimidade com Deus. Nesse artigo, aprenderemos o porquê de Davi ter utilizado tão maravilhosa comparação, e constataremos que não foi por acaso.
Diz-se que é impossível matar uma oliveira, visto que ainda que se corte o tronco ou mesmo que se queime uma oliveira por completo, novos brotos surgem no solo, motivo pelo qual a oliveira é popularmente chamada de “árvore imortal”. Já se sabe que uma oliveira pode viver mais de 2.000 anos!
O fruto da oliveira é a azeitona. Para se plantar um caroço de azeitona é necessário que este esteja totalmente morto, ou seja, se você plantar um caroço de azeitona logo após comer a polpa da fruta, ele simplesmente não brotará. Assim também somos nós! Necessário é que venhamos a morrer para o mundo para que possamos florescer para Deus: “Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto”. Jo 12:24. Somente quando o caroço de azeitona está totalmente sem vida, e isso só ocorre depois de 6 meses do consumo da fruta, é que é possível que seja plantado.
Outra característica maravilhosa da oliveira é que ela demora a surgir com os primeiros brotos. Isso se dá porque ela primeiro cresce para baixo, fincando suas raízes na rocha e procurando águas profundas. As raízes de uma oliveira podem chegar até 6 metros de profundidade. Assim deve ser cada um de nós: devemos primeiro “crescer para baixo”, ou seja, fincar nossas raízes nos fundamentos do evangelho e em Cristo antes mesmo de brotarmos para o exterior.
Enquanto o caroço de azeitona está plantado abaixo do solo muitos o pisam e desprezam. Mas enquanto ele está sendo pisado e desprezado está fincando e aprofundando suas raízes. Queridos irmãos, aproveite os momentos de humilhação, rejeição e desprezo para “fincar e aprofundar suas raízes em Jesus” por meio da oração, conhecimento da Palavra de Deus e comunhão com o Espírito Santo! Aprofunde suas raízes em Jesus durante os momentos de grande dor e dificuldades!
Árvores que brotam muito rápido tendem a cair rapidamente! Árvores de raízes profundas resistem bravamente aos dias de tempestades e adversidade. Não tenha pressa para crescer tão rapidamente. Seja como uma oliveira na casa de Deus: tenha raízes profundas em Jesus e você resistirá no dia da tempestade.
Outra coisa interessante é que quando os primeiros brotos da oliveira surgem, ninguém mais a pisa, já que na região da Palestina o azeite produzido pela azeitona tem grande valor. Assim será você: quando começar a brotar, aqueles que lhe desprezavam e pisavam vão começar a reconhecer o seu valor.
Então, a oliveira, enfim, cresce. Todavia, ela demora cerca de 15 anos para dar os primeiros frutos. Eu aprendo que não devemos ter pressa para dar frutos ao Senhor. Tudo ocorrerá no momento certo estipulado por Deus.
Antes de frutificar, a oliveira fica toda florida. Essas flores atraem diversas abelhas que a atacam de forma violenta, sugando suas forças. Somente por ter raízes fortes e profundas é que ela resiste a esses ataques. Quando você começar a florescer, muitas “abelhas” aparecerão para tentar sugar suas forças. O que lhe alimentará são raízes profundas em Jesus.
O interessante é que a oliveira não precisa de abelhas para ser polinizada. Ela se autopoliniza. Você é autopolinizado pelo Espírito Santo de Deus para dar frutos ao Senhor. Que coisa espetacular!
Diz-se que, em média, uma única oliveira pode produzir até 75 litros de azeite, e quando ela começa a dar seus frutos, não para mais. Entretanto, a oliveira, com o passar dos anos, diminui sua capacidade frutífera. É nesse momento que o agricultor começa a podá-la para que esta venha a produzir mais frutos. Talvez suas dores seja Deus te podando para que você venha a dar mais frutos para o Senhor Jesus!
Enfim, as azeitonas são colhidas e dá-se início ao processo de extração do tão precioso azeite. Neste momento desejo trazer à baila que azeite na Bíblia é uma clara tipologia da Pessoa do Espírito Santo. À época em que esse texto do Salmo 52 foi escrito, havia quatro tipos de azeites extraídos da mesma azeitona e com finalidades diferentes.
1. Da primeira prensa da azeitona se extraía o azeite chamado: Azeite Virgem. Esse azeite era utilizado como forma de adoração na casa do Senhor: “Tu pois ordenarás aos filhos de Israel que te tragam azeite puro de oliveiras, batido, para o candeeiro, para fazer arder as lâmpadas continuamente”. Êx 27:20. Da mesma forma, de você pode sair azeite (unção) para pura adoração na Casa do Senhor!
2. Em seguida, essa mesma azeitona passava por uma segunda prensa em que se extraía um segundo azeite, chamado: Azeite Extra Virgem. Esse azeite tinha como finalidade a alimentação. De você surgirá um azeite que alimenta aqueles que estão ao seu redor! Para tal basta que você seja uma oliveira verdejante plantada na Casa do Senhor, ou seja, esteja fincada em Cristo Jesus.
3. Após a terceira prensa desta azeitona se extraía mais um tipo de azeite, que tinha a finalidade de servir de combustível para iluminação da cidade. De modo semelhante, o Espirito Santo de Deus faz brotar de você uma unção que ilumina aqueles que estão ao seu redor com a Palavra e presença de Deus: “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus”. Mt 5:16
4. Por fim, esta azeitona ainda produzia um quarto tipo de azeite, o qual era utilizado na produção de sabão para limpeza e purificação dos utensílios do templo. Da mesma forma, Deus quer brotar em você o azeite que o ajudará a purificar, pela presença de Cristo, o meio em que você se encontra.
Veja quão maravilhoso é ser uma oliveira verdejante na Casa de Deus. Que de você brote o azeite puro da adoração; o azeite que alimenta os famintos; o azeite que ilumina vidas e caminhos; e também o azeite da purificação por meio da presença de Jesus!
Que Deus o abençoe grandemente, em nome de Jesus.
Grande Abraço,

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Com taxa de 12,6%, país tem quase 13 milhões de desempregados

Agência Brasil (compartilhamento)

A taxa de desocupados continua em alta e fechou o trimestre encerrado em janeiro em 12,6%, um crescimento de 0,8 ponto percentual em relação ao período de agosto a outubro do ano passado, quando estava em 11,8%. Com a alta do último trimestre, o país passou a contabilizar 12,9 milhões de desempregados.
Os dados, divulgados hoje (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua. Esta é a maior taxa de desemprego da série histórica iniciada em 2012 e também o maior número de desempregados da história.
Segundo o IBGE, com a alta do último trimestre, a população desocupada cresceu 7,3% (o equivalente a mais 879 mil pessoas) em relação ao trimestre de agosto a outubro de 2016. Quando comparada ao mesmo trimestre do ano passado, a alta do desemprego no trimestre encerrado em janeiro chegou a 34,3%, o equivalente a mais 3,3 milhões de pessoas desocupadas.
Na comparação com o mesmo trimestre móvel encerrado em janeiro do ano passado, quando o desemprego estava em 9,5%, a taxa cresceu 3,1 ponto percentual. Em relação à população ocupada, atualmente de 89,9 milhões de pessoas, houve estabilidade em relação ao trimestre de agosto a outubro de 2016.
Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, quando o total de ocupados era de 91,6 milhões de pessoas, foi registrado declínio de 1,9% na taxa de desocupação – ou menos 1,7 milhão de pessoas empregadas.

Carteira assinada

Os dados da Pnad Contínua indicam que o contingente de pessoas ocupadas foi estimado em aproximadamente 89,9 milhões no trimestre de novembro do ano passado a janeiro deste ano, dos quais 33,9 milhões eram empregados no setor privado, com carteira de trabalho assinada.
Esse número ficou estável em relação ao trimestre de agosto a outubro, mas em um ano o número de trabalhadores com carteira assinada caiu 3,7%, o equivalente a 1,3 milhão de pessoas - quando a comparação se dá com o trimestres encerrado em janeiro do ano passado.
A categoria dos empregados no setor privado sem carteira assinada fechou o último trimestre em 10,4 milhões de pessoas, com estabilidade em relação ao trimestre de agosto a outubro do ano passado. Em relação ao mesmo período do ano anterior, foi registrado crescimento de 6,4%, um aumento de 626 mil pessoas.
A categoria que trabalha por conta própria cresceu 2,1% frente ao trimestre de agosto a outubro, atingindo 22,2 milhões de pessoas, mais 450 mil pessoas. Em comparação ao mesmo período do ano anterior, no entanto, houve queda de 3,9%, ou seja, menos 902 mil pessoas.
Por outro lado, o contingente de empregadores, estimado em 4,2 milhões de pessoas, apresentou estabilidade frente ao trimestre imediatamente anterior, com elevação de 8,6% (mais 333 mil pessoas).
Os dados do IBGE mostram ainda que a categoria de trabalhadores domésticos, estimada em 6,1 milhões de pessoas, se manteve estável tanto em relação ao trimestre de agosto a outubro de 2016 quanto ao de novembro de 2015 a janeiro de 2016.
Rendimento médio
Apesar da alta taxa de desemprego no país, o rendimento médio real habitualmente recebido pelo trabalhador vem se mantendo estável, tanto em relação ao trimestre agosto-outubro do ano passado (R$ 2.056), quanto em relação ao mesmo trimestre do ano passado (R$ 2.047).

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Quase 200 mil empresas devem o FGTS de seus funcionários e ex-funcionários

Agência Brasil (compartilhamento)

Cerca de 7 milhões de trabalhadores não tiveram depósitos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), incluindo contas ativas e inativas, feitos corretamente por seus empregadores. São 198,7 mil empresas devedoras de depósitos de FGTS, segundo informações da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), órgão vinculado ao Ministério da Fazenda.
Com isso, muitos trabalhadores que quiserem sacar o saldo do FGTS de uma conta inativa podem ter problemas. Só em São Paulo, são 52,8 mil empresas devendo depósitos no FGTS de seus empregados e ex-empregados, em um total de R$ 8,69 bilhões em débitos. No Rio de Janeiro, as dívidas chegam a R$ 4,1 bilhões, distribuídos entre 27,7 mil empresas inadimplentes.
De acordo com a procuradoria, só em inscrições de empresas na dívida ativa, existe um débito de R$ 24,5 bilhões. Contudo, nem todas as empresas listadas entre as devedoras estão inscritas na dívida ativa, ou seja, o valor desse débito é maior. Uma empresa só é inscrita na dívida ativa quando não faz acordo com o Ministério do Trabalho, ou fazer o acordo, mas não o cumpre.
O rombo nas contas dos trabalhadores poderia ser ainda maior. Entre 2013 e 2016, a Procuradoria da Fazenda conseguiu recuperar R$ 466,9 milhões, efetuando a cobrança junto às empresas.
Caso o trabalhador verifique que a empresa para a qual trabalha ou trabalhou não fez os depósitos corretamente, ele deve procurar a própria empresa. Outra dica é ir a uma Superintendência Regional do Trabalho, vinculada ao Ministério do Trabalho. O ministério é o órgão responsável pela fiscalização dos depósitos nas contas do FGTS dos trabalhadores.

sábado, 18 de fevereiro de 2017

“Casamento é coisa de hétero, arrumem um outro nome”, pede Malafaia

 Pastor falou sobre uma decisão do Tribunal de Direitos Humanos de Estrasburgo


Gospel Prime (compartilhamento)

O pastor Silas Malafaia, do Ministério Vitória em Cristo, usou as redes sociais para comentar uma decisão do Tribunal de Direitos Humanos de Estrasburgo, na França. Ele leu a maior parte do acórdão da decisão da maior corte do mundo sobre direitos humanos.
Lembrou que essa decisão foi ignorada pela grande mídia do Brasil, que geralmente tenta esconder qualquer notícia que vai contra a agenda LGBT. A postura do pastor não é contra a união civil, algo reconhecido pelo STF desde 2013, mas pela insistência no uso do termo ‘casamento’.
O líder religioso enfatizou que o tribunal, que reúne 47 juízes, um de cada país do Conselho da Europa decidiu por unanimidade que “não existe o direito ao casamento homossexual”. Isso coloca por terra o argumento recorrente usado pela militância que sua legalização seria uma questão de direitos humanos.

  O acórdão, que já foi amplamente divulgado pela imprensa europeia anos atrás, baseia-se em    considerações filosóficas e antropológicas, baseados na ordem natural, senso comum, relatórios científicos e, claro, no direito positivo. A questão dogmática ou religiosa não foi levada em conta.

A sentença baseou-se no artigo n°12 da Convenção Europeia dos Direitos Humanos.  Em sua resolução, o Tribunal decidiu que a noção de família só contempla “o conceito tradicional de casamento, ou seja, a união de um homem e uma mulher”, mas também que não devem ser impostas a governos a “obrigação de abrir o casamento a pessoas do mesmo sexo”.
Usando também o princípio da não-discriminação, o Tribunal sediado em Estrasburgo também acrescentou que não existe qualquer discriminação, já que “os Estados são livres de reservar o casamento apenas a casais heterossexuais.”
Como lhe é característico, Malafaia aproveitou para mandar um recado aos militantes LGBT que insistem no reconhecimento. “A casa caiu! Casamento é coisa de heterossexual. Arrumem um outro nome”, disparou.

Igreja de público e não de alunos

"Ide, fazei discípulos em todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espirito Santo" (Mateus 28.19)

Gospel Prime (compartilhamento)
Por: Victor dos Santos

Segundo o IBGE cerca de 27% da população do Brasil é evangélica. Isso dá um número próximo a 61 milhões de pessoas que se denominam da religião cristã-evangélica.
Isso seria motivo para saltarmos de alegria?
Existe uma diferença bastante significativa entre “publico” e “aluno ou discípulo”. Pessoas que fazem parte do público são aquelas que assistem palestras, vão a algumas conferências ou sentam para escutar sermões semanalmente. Já o aluno é aquele que entende que seu aprendizado está em processo de elaboração, pois ainda têm muito que aprender e muito o que acompanhar.

Encontramos na Bíblia Sagrada Jesus fazendo discípulos, homens e mulheres que o acompanhavam e aprendiam com ele, numa troca mútua: deixavam uma velha vida para aprender um novo caminho, vida do Reino de Deus, e esse aprendizado se dava no relacionamento do mestre e Salvador Jesus Cristo para com os seus alunos.
Além disso, esse modelo de relacionamento que Jesus apresentou não se restringia apenas a Cristo e aos doze, era desta maneira que a Sua Igreja iria se relacionar, tanto que ele disse para que os pupilos agissem de forma semelhante: “Ide, fazei discípulos em todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espirito Santo” (Mateus 28.19).
E o que isso significa?
Significa uma obviedade: cristão não é o público, mas os alunos, são os discípulos que estão no processo de aprendizagem com Jesus e querem ser semelhante a ele.
Se a avaliação do IBGE fosse feita dessa forma (algo impossível, só estou na minha utopia), avaliando quem são de fato os alunos, isso faria com que a quantidade de pessoas que se denominam evangélicas caísse drasticamente.
O público vai apenas assistir, gosta de alguns sermões e outros não, anota o que é bom e critica o que é ruim em um culto. O público quer ver show, milagre, se esforça até para ver sua benção acontecer, mas vive de uma forma bem diferente da exigida pelo abençoador. O público quer entretenimento, participa da reunião porque as vezes é agradável estar lá.
Já o aluno, esse é guerreiro, ele não é perfeito, às vezes fala o que não deve, as vezes comete falhas, mas ele quer sinceramente se parecer com Cristo, este aprende com os erros, se alegra com os acertos, se preocupa com as escolhas que vai fazer, quer se relacionar com Deus e com o outro na base da verdade. O aluno aprende em classe, junto com os outros, ele quer união, trabalho em grupo, se aprimora, elabora e sacrifica tempo para a aula.
Bom, Jesus quer alunos, discípulos, o público NÃO representa Jesus, ele não liga para esse status. Jesus não quis receber uma coroa de rei do povo, não quis entrar em Jerusalém de forma triunfante, não divulgava sua imagem como um marqueteiro, ele não queria público, mas sim discípulos: aqueles que andam na tempestade e na bonança, que ouvem as palavras do mestre e se tornam alunos do Rei dos Reis para uma vida no Reino de Deus.


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Uma reflexão social pela dignidade de um povo

Se nós não tomarmos a atitude de reagirmos enquanto povo e sociedade para salvarmos o nosso país das mãos dos usurpadores na política nacional, estaremos fadados a um massacre social, que já é fato visível e sentido na condição social de cada um de nós. Nosso país está em declínio e sucumbe diante da corrupção, da injustiça e da ilegalidade. (Mendes Junior - O Patriota!)

Leia atentamente a reflexão abaixo, que nos foi enviada. (compartilhamento de atitudes justas, de coragem - e por motivações corretas diante de tamanho desrespeito e opressão do povo brasileiro)


Primeiro dia de aula, o professor de 'Introdução ao Direito' entrou na sala e a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:
- Qual é o seu nome?
- Chamo-me Nelson, Senhor.
- Saia de minha aula e não volte nunca mais! - gritou o desagradável professor.
Nelson estava desconcertado. Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala.
Todos estavam assustados e indignados, porém ninguém falou nada.
- Agora sim! - vamos começar .
- Para que servem as leis? Perguntou o professor - Seguiam assustados ainda os alunos, porém pouco a pouco começaram a responder à sua pergunta:
- Para que haja uma ordem em nossa sociedade.
- Não! - respondia o professor.
- Para cumpri-las.
- Não!
- Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.
- Não!
- Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?!
- Para que haja justiça - falou timidamente uma garota.
- Até que enfim! É isso, para que haja justiça.
E agora, para que serve a justiça?
Todos começaram a ficar incomodados pela atitude tão grosseira.
Porém, seguíamos respondendo:
- Para salvaguardar os direitos humanos...
- Bem, que mais? - perguntava o professor .
- Para diferençar o certo do errado, para premiar a quem faz o bem...
- Ok, não está mal porém respondam a esta pergunta:
"Agi corretamente ao expulsar Nelson da sala de aula?"
Todos ficaram calados, ninguém respondia.
- Quero uma resposta decidida e unânime!
- Não! - responderam todos a uma só voz.
- Poderia dizer-se que cometi uma injustiça?
- Sim!
- E por que ninguém fez nada a respeito? Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para praticá-las? Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. Todos. Não voltem a ficar calados, nunca mais!

Vou buscar o Nelson - Disse. Afinal, ele é o professor, eu sou aluno de outro período.

Aprenda: Quando não defendemos nossos direitos, perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia.

O povo é forte, juntos somos mais do que eles, pagar a conta do que eles fazem é demais.
Sei que quase ninguém leu, mas serve para o que estamos passando hoje na política do Brasil.
Precisamos tomar as rédeas do nosso pais
Estamos à deriva, jogados, sem ninguém por nós.
Estamos pensando no carnaval, preparem se, pois  quando passar o carnaval só vem bomba!

REPASSE! E FAÇA COM QUE A INDIGNAÇÃO DE TODOS CESSE A  "INDIGNA  AÇÃO"  DOS USURPADORES DO NOSSO PAÍS!
Não é piada e nem corrente, vale a pena ler e principalmente agir, reagir diante dessa massacre dos nossos governantes 👆

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

As constantes decisões de ministros do STF contrárias à Lei e à Justiça! – Que país esse? Ou melhor? Que STF é esse?

Um juiz antagônico ao seu discurso e às suas sentenças, e que é pior, contrário à própria Lei e à Justiça;  parcialidade no julgar; - crime e ilegalidade dependem de que lado o infrator esteja.

Por: Mendes Junior                                                                                       editar
O Patriota!


Um discurso que viria mostrar na prática, hipocrisia e parcialidade de um juiz; - a isonomia e imparcialidade falada, que Celso de Mello não mostrou no caso Temer e Moreira Franco.

Na ultima terça-feira o juiz e decano da Suprema Corte do Brasil (STF), Celso de Mello mostrou uma das ações, que estão entre as piores, das mais reprováveis condutas de um juiz e magistrado, na condução de um julgamento e aplicação da sentença, a saber, parcialidade, afinidade partidária, ou estar preso a favores de um grupo político ou a alguém que dele faça parte.

-Justifica-se aqui, a afirmação acima de está ligado a um grupo político ou a alguém que dele faça parte, pelo seguinte motivo - o decano Celso de Mello, hoje ministro do STF, fora nomeado por um dos caciques maiores do PMDB - talvez o maior na hierarquia! -Em 1989 quando Celso de Mello entrou STF, foi indicado e nomeado pelo então presidente da República e peemedebista José Sarney, algo que nos deixa cheios de desconfianças e questionamentos para a atual decisão de Mello, que é contrária a legalidade e principalmente contrária à Justiça. 

Um homem de uma bagagem de conhecimento e saber impar das Leis, não precisaria jamais dar esse mau exemplo à nação, porém, com sua decisão, se rebaixa diante e ao patamar da corrupção, se posicionando contra a Lei e à Justiça para o favorecimento de corruptos.

Os figurões da articulação e conluio político 
Esses homens são mestres em astúcias para arquitetar acordos para favorecimento próprio – Celso  de Mello poderia estar fora dessa questão, isento de cumprir essa tarefa, sem qualquer obrigação de demonstrar a sua gratidão, por ser quem ele é - a alguém, ou seja, ministro do STF a mais de duas décadas. Mas, manobras foram feitas para que estivesse nessa missão. - Essas coisas e lembranças de favores pesam, e sempre veem à memória, e ainda mais, em uma conversa em que não deixa de ter um tom de compensação e até mesmo cobrança, onde os termos que a conduzem - se dão da seguinte maneira: -Olha Celso, agora vou precisar que você faça algo! - Não é uma cobrança, entende?! –Mas você sabe! – De certa forma, eu nomeie você ministro do STF, colaborei para isso! – Não é possível que você vá me deixar na mão diante desse pedido! – Veja que você pode fazer!!!

Então brasileiros, entendamos como funcionam os conluios entre poderes da nossa República e aqueles que supostamente representam e ela e a nós, a sociedade.
Em sua decisão pela  manutenção no cargo, do então recente nomeado ministro da Secretária Geral da Presidência, Moreira Franco, Celso de Mello demonstrou que o crime e a ilegalidade podem passar a não ser; - e para isso, depende da seguinte situação, a de qual o lado, o infrator e criminoso estar ou faz parte. - Para Celso de Mello - não há nenhum impedimento para que Moreira Franco permaneça do cargo de ministro, assim interpretou, ou melhor, julgou pelo apadrinhamento à uma divida de gratidão - não  importando se será blindado, mesmo sendo um fora da lei e corrupto investigado.

-Infelizmente em nosso país, temos visto as maiores autoridades no conhecimento da Lei, darem o seu veredito contrário a ela, rasgando a Constituição na cara do povo brasileiro, principalmente quando o julgado em questão é um figurão ligado a um dos três poderes, - não importa se ele é criminoso ou infrator! -  que importa, é que ela faça parte do ciclo.
Infelizmente isso tá se tornando como no judiciário brasileiro, não é mais uma exceção, mas tornado-se uma regra. -Vimos isso acontecer no julgamento do impeachment, quando Lewandovisck rasgou a Constituição diante de toda a nação; - vimos isso acontecer, quando Teori decidiu pela permanência de Renan Calheiros, na presidência da Câmara, e agora Celso de Mello faz de semelhante modo pela permanência de Moreira Franco como ministro do governo Temer, - governo o qual  se constitui como um covil e esconderijo de ministros refugiados, se blindando contra a Lei, fugindo dos seus crimes. - Aí, a pergunta: Que STF é esse?

Disparidade entre as sentenças em face de um mesmo crime
Em um caso recente e muito semelhante - e com a mesma intenção suja e repugnável, a de blindar um agente da corrupção, ocorrido no governo anterior, onde a ex-presidenta Dilma tentou nomear, o também ex-presidente Lula a ministro do seu governo, porém, as declarações, a análise e o julgamento na visão técnica e legal do magistrado Celso de Mello foram outras.