terça-feira, 12 de julho de 2016

Comissão do Senado aprova reajustes para servidores públicos civis e militares

Agência Brasil  ( Compartilhamento)
 
No momento em que o governo Temer prevê um rombo de R$ 170,5 bilhões nas contas públicas para este ano, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou nesta terça-feira (12) oito propostas de reajustes salariais para servidores públicos civis e militares. A previsão é que, em 2017,  as despesas do governo superem as receitas com impostos em R$ 139 bilhões.

Entre os contemplados estão os servidores da Câmara dos Deputados, Tribunal de Contas da União (TCU), Advocacia-Geral da União, Polícia Federal, Banco Central, ministérios da Educação, da Cultura, do Desenvolvimento Agrário e de ex-territórios federais, além de outras 40 carreiras, entre elas agentes penitenciários, médicos e técnicos de hospitais públicos. As propostas devem ser analisadas ainda hoje pelo plenário da Casa.
Para os militares (PLC 37/2016), o texto prevê um reajuste médio de 5,5% em 2016, 6,59% em 2017, 6,72% em 2018 e 6,28% em 2019. Nesse último ano, o impacto já será de cerca de R$ 14 bilhões, segundo o relatório.
Carreiras jurídicas
Outra proposta, o PLC 36/2016, beneficia as carreiras jurídicas (advogados da União e procuradores federais, da Fazenda Nacional e do Banco Central). Além do reajuste salarial, esses servidores foram contemplados com a regulamentação dos honorários advocatícios, um adicional pelas causas ganhas pelo profissional.
Pela propostas, os honorários serão pagos na forma de frações de cotas de R$ 3 mil, às quais cada servidor fará jus na medida do seu tempo de serviço. Somente advogados e procuradores com mais de quatro anos de exercício do cargo terão direito a cotas integrais.
TCU
Os servidores efetivos do TCU e as funções comissionadas terão aumento de 31,32% em quatro parcelas, até 2019. Os cargos em comissão terão 52,47% também em quatro anos. Nessa votação, a presidenta da CAE, senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), questionou o fato de o reajuste dos salários do servidores do tribunal ser superior ao concedido aos funcionários de outros órgãos federais.
Ela lembrou que o órgão que pediu a rejeição das contas de 2014 da presidenta afastada Dilma Roussef deveria ser o primeiro a dar exemplo de responsabilidade fiscal.
Vetos
Diante do acordo para que os projetos sejam aprovados da forma como saíram da Câmara dos Deputados e, portanto, não precisem passar por nova votação pelos deputados, o senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) adiantou, em nome do governo, pontos específicos do texto que serão vetado pelo Palácio do Planalto.
Ainda nesta tarde, o líder do governo no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), fará um pronunciamento antes da votação dos projetos em plenário, de modo a esclarecer os pontos que o governo se compromete a vetar.
Histórico
A Câmara dos Deputados aprovou 14 projetos que reajustam salários de servidores federais. Dois deles, o PLC 26/2016 e o PLC 29/2016, também já tiveram aprovação final no Senado e encaminhados à sanção. As propostas reajustam os salários dos servidores do Ministério Público e do Judiciário, respectivamente. Já o  PL 4.244/2015, que reajusta os salários dos servidores do Senado, foi convertido na Lei 13.302/2016.
Próximos reajustes
Amanhã (13), a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado deverá votar três projetos que também promovem reajustes. O principal e mais polêmico deles é o PLC 27/2016, que reajusta a remuneração dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Pela proposta, a partir de 2017 eles receberão R$ 39.293,00.
Se aprovado, o reajuste terá efeito cascata, além de elevar o teto salarial do funcionalismo público federal, porque os demais membros do Judiciário têm suas remunerações vinculadas ao valor dos salários do STF. Portanto, o reajuste dos ministros implica em reajuste para juízes e desembargadores.
O procurador-geral da República e o defensor público-geral da União também estão na fila para aumentos. Os projetos relativos a eles promovem reajustes proporcionais dentro das carreiras do Ministério Público Federal e da Defensoria Pública da União.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Uma conquista sem ufanismos de "melhor" do mundo.

Pra calar a boca dos babões da cronica esportiva bajuladora e acabar com essa história que só se consegue conquistas com a presença de um "super astro ou coisa parecida". - Conversa!


 Por: Mendes Junior
 O Patriota!

 O titulo da Eurocopa conquistado pela Seleção Portuguesa, sem o seu melhor jogador, foi um episódio muito oportuno para mostrar e provar ao mundo, à Seleção Portuguesa, que, ela e qualquer outra seleção é capaz de conquistar; sem essa história de o "melhor" do mundo, super estrela, o insubstituível; - "se ele não jogar acaba o time"; ele é o cara; "sem ele, Portugal não tem a mínima chance"; citações próprias de uma tietagem e bajulação ufanista de muitos profissionais da imprensa que costumam elevar algumas figuras como semideuses, inalcançáveis. Muito típico de um determinado narrador brasileiro, que exagera nos elogios, babação da grossa.

A conquista dos jogadores portugueses em campo, sem a presença de Cristiano, também serviu para mostrar a próprio Cristiano Ronaldo, que ele sozinho não é o tudo, nem o todo capaz do futebol português, embora tenha suas qualidades, e isso é inegável. Com a sua saída nos minutos iniciais da decisão, logo no primeiro tempo do jogo, a Seleção, ou melhor, os jogadores portugueses, poderiam ter se abatido, desandado em campo.

- Com Certeza, antes e durante o jogo, surgiram expressões e pensamentos como: com ele já seria difícil; Sem ele, seria pior ainda, e até impossível para muitos, a conquista de um feito tão grandioso, como tal. Mas, o supostamente e teoricamente impossível, foi possível, sem a presença do super astro português, tido por muitos como o melhor do futebol, o que torna a conquista dos seus companheiros ainda maior. O desconhecido Éder, se não era o melhor, tornou-se o maior herói do futebol português, ele marcou o gol do maior triunfo da história do futebol português.

Imprensa bajuladora
Há um monte de gabolas e bajuladores do futebol, na imprensa esportiva brasileira e mundial,  faço aqui uma referência ao "meu" estado, o Maranhão, onde também, algumas figuras da cronica esportiva em geral, tem esse mal habito, e por isso comete excessos, tanto por super elogiar, como para criticar negativamente, principalmente quando o assunto se trata de treinadores, esses ditos "profissionais" fazem parte de um ridículo grupo de "babadores de microfone" como citou o clássico comentarista maranhense, Haroldo Herbert Silva, um do maiores nome da cronica esportiva do rádio do Maranhão e do Brasil.
Lição a ser seguida
Espero que o episódio com a equipe Portuguesa, sirva de exemplo para Seleção Brasileira, a qual sofre a interferência de uma propaganda excessiva e até absurda em cima da figura do jogador Neymar, grande parte da imprensa brasileira trabalha e divulga que a Seleção sem o Neymar, praticamente não tem uma equipe, não é seleção, - o que é absurdo, chega a ser até inojável.

A interferência no surgimento de talentos natos
Dos grandes jogadores que o futebol brasileiro já produziu na sua história gloriosa, Neymar é o mais mediano entre eles; - porém, com status de superestrela, mega jogador; - mas, ele não chega nem a 60% da genialidade dos mais recentes, como: Romário, Ronaldo Fenômeno, e Ronaldinho Gaúcho, essa é a grande verdade. - é bom tomar o exemplo de Portugal, pois esse excesso de estrelismo em cima de um jogador que não é isso tudo que dizem, é extremamente prejudicial ao nosso futebol e principalmente a Seleção Brasileira. - Aí você me questiona: -E os números de Neymar na Seleção, que já superou aos outros? -Aí eu devolvo outro questionamento: - Que números são esses? - Agora, respondo: Um jogador mediano em meio a uma leva de jogadores de menor nível que ele, o provável é que ele encontrará mais facilidade na execução do seu trabalho, e isso vemos e medimos pelo nível dos adversários da grande maioria dos amistosos que a Seleção Brasileira tem enfrentado, fracos e sem nenhuma expressão, muitos deles são realizados simplesmente por submissão aos contratos com patrocinadores, que visão tão somente o lucro e a promoção pessoal das suas marcas.

O futebol brasileiro, é hoje - um reflexo da interferência dos empresários e do dinheiro; - muito jogador melhorado em escolinhas e em peneiras de cartas marcadas, tem ofuscado, colocado uma nuvem negra em cima de muitos craques, garotos que já nascem com talento nato, com a essência da habilidade, do drible e da alegria, que é a própria essência do futebol brasileiro, muitos não tem condição de comprar uma chuteira, transporte para condução até o CT, bancar a estadia durante o período de testes em um clube que muitas não dá mínima condição ao atleta, na verdade o explora muitas vezes, e por aí vai; - o que acaba matando, enterrando o sonho e o objetivo de muita gente boa, e com certeza afirmo, - melhores do que muitos que estão nos holofotes com status de grande jogador. É preciso urgente combater, essa descaracterização e socorrer os talentos que estão sendo desprezados nos poucos campinhos de terra batida que ainda restam na periferia.

"Estão deixando de dar bolas para crianças brasileiras e passaram a da armas e drogas! Formando delinquentes e assassinos - em vez de craques".

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Sem saída, Cunha renuncia.

"A casa caiu"!

Por: Mendes Junior
O Patriota!

Em fim, mais um tramoeiro e facínora da política nacional, fora do cargo. Após muitas manobras, jogadas desleais e recursos possíveis, o astuto presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha, afastado das suas funções, desde 05 de maio pelo STF, decidiu por renunciar ao posto de comandante da Casa Legislativa.

Diante da sua insustentável situação e condição de corrupto que é, o que fora evidenciado em jornais de cadeia nacional de rádio, TV´s, revistas, e internet; - comprovado por meio das investigações da Policial Federal por meio da operação Lava Jato. Então, Eduardo Cunha começou a sentir o seu poder ameaçado pelo volume das provas, e também, pelo bombardeio das vozes da sociedade e por uma grande parcela do parlamento nacional, o que se intensificou ainda mais, após aprovação Impeachment.

Os seus adversários e os que também, viam a sua permanência no comando da Câmara, como uma imoralidade, um desrespeito à nação, - como de fato era! - Sendo ele um dos grandes responsáveis por apontar a corrupção no governo, onde ele mergulhou de cabeça numa caçada implacável pelo impeachment que afastou a petista Dilma Rousseff. Por tanto, sua permanência era uma ameaça a ética e à imagem já desgastada do parlamento brasileiro.

O Hipócrita e perspicaz Eduardo Cunha que bombardeava a seus adversários, se constituía como um verme da mesma fossa, o seu passado pregresso de acordos e transações em contas ilícitas, abastecidas também por dinheiro de propinas, levaram à sua derrocada.

É importante destacar, que: -  Eduardo Cunha cumpriu o seu papel nesse mar de lama que se encontra a política nacional, ele contribuiu para derrubar a cabeça, mas ele mesmo fazia parte desse corpo putrefato, que é a política partidária brasileira.

Pelo ao menos, - esse combate entre os chefes da corrupção, onde eles se degladiam e atiram em si mesmos, sirva para suas quedas, e de algum consolo e alívio para  povo brasileiro, como forma de amenizar tantos desmandos.

É claro que a tal renuncia, não deixa de ser mais drible de corpo do peemedebista, habilidoso que é, em movimentar as peças do tabuleiro,ele evitou o xeque-mate, ou seja, com a jogada, ele se livra do "constrangimento" de caçado pelos colegas, e se não há caça, não há caçadores.

Ainda há muitos "Cunhas" no meio e entre os parlamentares de todo Brasil, fazendo tramoias, desviando, roubando, e que precisam ser expurgados da representatividade pública.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

O CARNAVAL DA TESOURARIA PETISTA

-Tesoureiros do PT mantêm a tradição e fazem jus ao dito popular que: "todo tesoureiro é ladrão". 

Por: Mendes Junior
O Patriota! 

Paulo Ferreira, João Vaccari e Delúbio Soares
Na 31ª fase da Operação Lava Jato, denominada "Abismo", foram realizadas buscas, apreensões e prisões. A PF intimou novamente, Paulo Adalberto Alves Ferreira, o já antes intimado e também preso desde junho. Assim como, João Vaccari Neto e Delubio Soares, todos três ex-tesoureiros do PT. - Paulo Adalberto Alves Ferreira é mais um a compor um seleto grupo de tesoureiros do Partidos dos "Trabalhadores" que vem mantendo uma histórica tradição, - a fraude! E assim caem na folia e fazem a farra com recursos oriundo de corrupção, propinas, notas frias, desvios e lavagem dinheiro e por vai. Só para efeito de informação aos caros leitores, Paulo A. A. Ferreira é casado com uma ex-ministra do governo Dilma, a Sra. Tereza Campelo, que comandava o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. - Tudo interligado!


O programa propina para todos no "ministério da tesouraria"
A propina fora usada para abastecer o caixa do PT, e financiar a farra carnavalesca, segundo as investigações, o dinheiro é originário da Petrobras e também da Consist, empresa ccontratada pelo governo para gerir o sistema de empréstimo consignado a servidores públicos. A Consist está sob investigação da PF que apura um esquema de desvio do Ministério do Planejamento comandado por Paulo Bernardo, ex-ministro do governo Lula e Dilma.

Com o dinheiro do esquema, Paulo A.A. Ferreira abastecia o caixa do partido, e aproveitava para financiar, patrocinar escolas de samba do Carnaval do Rio Grande do Sul. Os foliões da tesouraria petista não fazem cerimônia para cair na farra e na folia com dinheiro dos seus acordos fraudulentos fizeram a festa no reinado de Momo e Moma.


Paulo Bernardo, o esquema e, Gleisi Hoffmann
A justiça fez o bloqueio de R$103 milhões, do PT, Paulo Bernardo e João Vaccari. - Agora, se entende porque a "nobre" senadora sulista, Gleisi Hoffmann, defendia e defende com "unhas e dentes" a manutenção do governo e da presidente afastada Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula, - interesses pessoais, por receio de serem revelados os acordos e ganhos ilícitos do maridão, pela Operação Lava Jato. - Muito dinheiro né senadora?! - Quer dizer que suas bravatas eram um artifício para esconder os podres do maridão? Ou será que a "nobre" deputada é mais uma inocente, e não sabia de nada?!

A investigação da PF está apurando a possibilidade da Senadora Gleisi Hoffmann (PT – PR) esposa de Paulo Bernardo, ter sido beneficiada com o dinheiro do esquema.

Mas, nessa história que pode envolver a senadora, há alguém que a defende com unhas e dentes, e ao que parece pelas suas declarações, põe até a mão no fogo; - é o também senador Lindberg Farias, (PT – RJ) veja a declaração do Senador em defesa da colega:

"É difícil pensar numa mais honesta e íntegra do que a Gleisi Hoffmann aqui no senado.Ela não tem conta no exterior, não tem nada com isso", ressaltou, dias atrás, na Comissão Especial de Impeachment.

-Pergunto ao senador Lindberg, se a Gleisi não tem nada com o seu marido, Paulo Bernardo? Vai que também, ela não o conhece, ou não tem nada com ele!
 

terça-feira, 5 de julho de 2016

O crescimento do ateísmo

Dados alarmantes sobre o crescimento do ateísmo evidenciam que os tempos que vivemos são o tempo do fim. Recentemente, publiquei...

Gospel Prime (compartilhamento)

Por: Renan Alves da Cruz

Dados alarmantes sobre o crescimento do ateísmo evidenciam que os tempos que vivemos são o tempo do fim.
Recentemente, publiquei neste mesmo espaço um artigo chamado “Os cristãos e a Universidade”  em que fornecia alguns números sobre a apostasia de jovens cristãos que, ao entrarem na faculdade, se desviam da sã doutrina por despreparo e incapacidade para lidar com as pressões impostas pelo ateísta meio acadêmico.
Lá, mostrava como a porcentagem de cristãos que entram na universidade e não sofrem impactos em sua fé é menor do que a dos que saem do curso com a fé no mesmo estágio.
Hoje, trago números divulgados pela edição 2480 da revista Veja:
50% dos ingleses, em pesquisa recente, se consideraram sem religião. Há 5 anos atrás a porcentagem era de 25%
O número de ateus nos EUA cresceu 100% entre 2007 e 2014. Em números absolutos, uma perda de 5 milhões de cristãos.
No Brasil os ateus somam 9%. Embora baixo em relação a outros países, o número demonstra ascensão. Em 1980 o índice era de 2%.
Não podemos tentar analisar tais números sem mencionar o que a Bíblia fala sobre a apostasia:
Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios” 1Tm 4.1
Também as palavras de Jesus no capítulo 24 de Mateus revelam um sem número de sinais que  já vivemos. A conjunção profusa de tantos acontecimentos em simultaneidade não deixa dúvida aos que se debruçam sobre a Palavra: o Arrebatamento se avizinha.
Como embaixadores do Reino Celeste. Precisamos nos desdobrar agora. Fazer um pouco mais. Num jogo de futebol, a aproximação dos 45 minutos do segundo tempo impele aquele que busca por resultados a, mesmo que tirando forças da fraqueza, lançar-se com tudo em busca do seu objetivo.
Nosso objetivo maior é ganhar almas para o Reino. Este objetivo precisa ser ainda mais priorizado dentro do cristianismo. E não falo de conversões nominais, ou de conversões terceirizadas, que já vi acontecerem algumas vezes, em que o convertido é quase obrigado a aceitar Jesus, como se estivesse fazendo um favor a Cristo, que implora benevolentemente por sua piedade em deixá-lo lhe salvar!
Falo de ir além. Não sei onde você pode ir além. Mas você sabe. E se não sabe, pode buscar em Deus que Ele o mostre.
Eu, pessoalmente, sei que tenho feito pouco. Que preciso ir além. Usar todo meu tempo, oportunidade, espaço e talento, para evidenciar Cristo em mim.
Precisamos nos revestir de conhecimento para, mediante a permissão e ação de Deus, termos condição de desnublar a mente conturbada dos cristãos que apostataram da fé porque cederam ao que o mundo, os sábios, os intelectuais, os acadêmicos, lhes demonstraram como pretensa evidência.
A apologética é um campo ricamente documentado. Homens como William Lane Craig, Norman Geisler, Ken Ham, Adauto Lourenço, têm produzido material vasto, profundo e interessante, que, se bem estudados, dão grande auxílio aos cristãos que querem militar neste processo de “repescagem”.
Jesus está voltando. Nosso prêmio não merecido se aproxima. É hora de arregaçar as mangas e trabalhar.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

STF suspende ações contra Gazeta do Povo

 ABI (compartilhamento)
 
Ministra do STF: Rosa Weber
A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), deferiu, na quinta-feira (30), a liminar do jornal Gazeta do Povo para que as 42 ações contra o veículo e cinco profissionais sejam suspensas. Rosa Weber reconsiderou sua decisão anterior que permitia que os processos fossem julgados pela Justiça estadual. A ministra agora deve determinar se as ações serão julgadas pelo STF ou pela Justiça do Paraná.
As ações foram movidas depois que o jornal publicou uma série de reportagens que mostrava a remuneração paga pelo Tribunal de Justiça (TJ) e pelo Ministério Público do Paraná (MP). Publicado em fevereiro deste ano, o material compilou dados públicos para mostrar que, somados benefícios, a remuneração total de magistrados e promotores ultrapassa o teto do funcionalismo público em 2015.
Os processos são movidos por promotores e magistrados contra cinco repórteres que querem indenização por danos morais que somam pelo menos R$ 1,3 milhão em indenizações.
“Concedo a medida acauteladora para o fim suspender os efeitos da decisão reclamada, bem como o trâmite das ações de indenizações propostas em decorrência da matéria jornalística e coluna opinativa apontadas pelos reclamantes, até o julgamento do mérito desta reclamação”, diz trecho da decisão da juíza. A decisão da ministra também determinou que se houver outras ações, elas serão automaticamente suspensas até a próxima definição.
A Associação dos Magistrados do Paraná (Amapar) considera que os juízes passaram a sofrer constrangimento e disse que não há tentativa de intimidação nem ação coordenada. Já a Associação Paranaense do Ministério Público (APMP) declarou que as ações não representam tentativa de ferir o direito de informação.
Durante o 11° Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Abraji, em São Paulo, dia 24 de junho, a ministra Cármem Lúcia se pronunciou sobre os processos. Ela disse que os magistrados são parte interessada e, por isso, não podem julgar o caso.
“O que for considerado como atingindo expectativa, interesse ou direito vai se entrar no poder Judiciário, vai se ingressar, na condição de parte. Por isso que chamei a atenção que não sabemos a decisão que um juiz pode provocar. Porque, realmente, se ele tiver qualquer impossibilidade de julgar com imparcialidade, a parte contra aquele jornalista ou aquela empresa jornalística que ele considerou, esse juiz não poderá julgar”, considerou a ministra.
O Diretor de Redação da Gazeta do Povo, Leonardo Mendes Júnior, agradeceu o apoio da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) ao jornal diante do constrangimento a que um grupo de jornalistas do veículo está sendo submetido com 48 processos instaurados, em diferentes cidades, por juízes e promotores do Estado do Paraná. Segundo a ABI, esse movimento coordenado revela justamente o que se pretende ocultar: intimidar jornalistas e cercear a liberdade de imprensa, um dos pilares do Estado Democrático. No último dia 9, a instituição divulgou uma Nota Oficial sobre o caso.
“A nota da ABI ajudou, sim. Deu peso para a primeira matéria veiculada pelo Jornal Nacional, foi importante para passar à opinião pública a dimensão do problema”, comentou o Diretor de Redação.

Janot pede perdão para Dirceu!

O Procurador Geral da República, Rodrigo Janot solicita, sugere perdão de pena para José Dirceu.

Por: Mendes Junior
O Patriota!

José Dirceu
No início da semana, mais precisamente na última segunda-feira, 27 de junho, diante do turbilhão de escândalos e fraudes cometidas pelos figurões da política nacional, e da sede de justiça do povo brasileiro - ficamos intrigados com certas atitudes de algumas autoridades que estão a frente de instituições que deveriam defender e proteger a sociedade da ação de indivíduos da categoria criminosa, como a do ex-ministro José Dirceu.
O fato ao qual, me refiro é o pedido feito pelo Procurador Geral da República, Rodrigo Janot - ao encaminhar a solicitação e a sugestão de perdão para pena de José Dirceu, um dos grandes protagonistas e articulador da corrupção na política no país.

Perguntamos: Que interesses motivaram o procurar Janot, a fazer tal pedido à Justiça para perdoar extinguir a pena do ex-ministro do governo Lula? Cujo as ações criminosas migram de escândalo em escândalo, condenado pelo mensalão, e também já condenado pela operação Lava Jato. - Isso é um verdadeiro ataque a boa fé, a esperança e a dignidade do cidadão. A atitude e posicionamento do procurador, é algo tão sem explicação, inaceitável, injustificável, que põe em cheque e em duvida a seriedade e a fidelidade dos discursos e declarações do Procurador, os quais, tem feito ao longo de todo esse processo de investigações.

Em algumas de suas declarações, como, as que estão contidas em uma carta de sua autoria, intitulada "União e Serenidade", onde ele posiciona-se da seguinte forma:

União e Serenidade

Encontramo-nos atualmente empenhados numa grande guerra civil, pondo à prova se essa Nação, ou qualquer outra Nação assim concebida e consagrada, poderá perdurar”. Essas foram palavras proferidas por Abraham Lincoln, em 19 de novembro de 1863, por ocasião de um conflito que dividia dramaticamente o povo dos Estados Unidos da América. O pano de fundo da dissensão era a luta pela liberdade consubstanciada no fim da escravidão. Lincoln, como um grande estadista, sabia que, por mais justa que fosse a sua causa, vencer a guerra a qualquer custo não seria uma alternativa válida. O país, após o sangrento conflito, deveria sobreviver ou não haveria verdadeira vitória. Em respeito à memória dos mortos, que ele homenageava no cemitério de Gettysburg, o presidente percebeu com muita clarividência que a própria noção de liberdade, como valor para as nações democráticas, sairia enfraquecida ou mesmo pereceria, caso o desfecho do conflito fosse a fratura irreconciliável entre os irmãos americanos. Abraham Lincoln queria, acima de tudo, um país unido e forte, em que o governo do povo, para o povo e pelo povo jamais desaparecesse da face da terra.
Com o grande líder Nelson Mandela também não foi diferente. Após 30 anos de cárcere decorrente de sua luta pelo fim do apartheid, Madiba, como era carinhosamente conhecido, derrotou a nódoa da segregação racial e chegou à presidência da África do Sul. Muitos dos companheiros que compartilharam da sua luta acreditavam que, com a sua assunção ao poder, era a hora da revanche contra os que, por tantos anos, injustamente os oprimiram. Mas Mandela foi um gigante em humanidade e sabedoria. Ao contrário do que se poderia esperar de um homem tão brutalmente injustiçado, ele decidiu seguir por um caminho que não levasse o seu país a se desintegrar em uma guerra fratricida e de consequências imprevisíveis. Sem aquiescer com o mal, esse extraordinário estadista, encontrou uma forma sábia de desfazer os equívocos do passado, preservando a unidade de sua nação.
Cito esses dois exemplos extremos para falar do Brasil, do Ministério Público e do momento atual. Refletindo sobre tudo isso, chego à conclusão de que há muitos anos o país não atravessa uma crise tão aguda e grave como a que vivemos nestes dias difíceis.
É certo que cada época tem os seus desafios, que os problemas, as soluções e os riscos são próprios e datados, mas não é menos certo que há valores e atitudes que influenciam decisivamente a ordem dos acontecimentos e que não estão jungidos ao tempo nem ao espaço. Refiro-me à temperança, à coragem, à sabedoria e à humildade. Não sairemos dessa crise melhores como país se escolhermos o caminho da radicalização. Essa estrada só tem curso para nos levar ao ódio e à desintegração do sentimento de unidade essencial que deve permear o nosso povo, para além das divergências políticas.
Nesses momentos singulares, as paixões afloram, a psicologia das massas dita condutas e, no ponto de inflexão, tudo pode mudar para melhor ou para pior. Podemos com a crise avançar ou retroceder, ficar estáticos jamais. Então, o que será determinante nessa hora difícil para que a nossa história siga por um ou por outro lado? Muitos fatores, certamente. Mas dentre todos eles, gostaria de destacar dois: a qualidade de nossos líderes e a força de nossas instituições. Dito de forma melhor: avançaremos na medida em que as lideranças operem, com firmeza e serenidade, nos limites estritos da institucionalidade. Nenhum de nós, por mais lúcido e clarividente que seja, é capaz de sozinho e ao largo do processo institucional apontar saídas que nos conduzam a um futuro melhor.
O Brasil superará essa crise, não há dúvida sobre isso. Esse fato sequer depende do Ministério Público, da Justiça ou dos partidos, ao contrário, vai ocorrer, se for necessário, apesar de todos nós, pela força da própria sociedade. Temos, no entanto, uma escolha: institucionalizaremos os valores republicanos, democráticos e do estado de direito, ou afundaremos o país em um perigoso jogo de poder que nada há de agregar à construção da cidadania e da civilidade?
Para responder a essa pergunta, é preciso entender que, sob qualquer governo, de esquerda, de direita ou de centro, o futuro só será generoso conosco se aceitarmos definitivamente que não existe salvação possível fora das instituições.
O Ministério Público forjou suas potencialidades em anos de trabalho incessante de combate à corrupção, o qual é desenvolvido por seus membros nos mais recônditos lugares do país. Se chegamos, agora, ao ponto culminante do enfrentamento desse mal que assola nossos governos, atingindo o sistema nervoso central da corrupção, isso não se deve a iniciativas individuais, ao messianismo ou ao voluntarismo, mas ao conjunto de experiências e conhecimentos acumulados coletivamente ao longo de anos de labuta, de erros e de acertos. O país precisa, mais do que nunca, de que o Ministério Público cumpra fielmente o seu destino nesse momento crucial, e, para tanto, precisamos de coletivamente compreender três verdades intuitivas: a primeira, o desafio da nossa hora é o de combater a impunidade; a segunda, o Ministério Público não tem ideologia nem partido, de modo que nosso único guia deve encontrar-se no texto da Constituição da República e nas leis; a terceira, devemos manter aceso nosso sentimento de unidade, sem cizânias personalistas ou arroubos das idiossincrasias individuais. É chegada a hora de exercermos, por inteiro, as nossas funções institucionais, influenciando a sociedade pelo bom exemplo e pelo trabalho técnico e sereno.
Não podemos permitir que as paixões das ruas encontrem guarida entre as nossas hostes. Somos Ministério Público. A sociedade favoreceu-nos, na Constituição, com as prerrogativas necessárias para nos mantermos alheios aos interesses da política partidária e até para a defendermos de seus desatinos em certas ocasiões. Se não compreendermos isso, estaremos não só insuflando os sentimentos desordenados que fermentam as paixões do povo, como também traindo a nossa missão e a nossa própria essência.
Conclamo todos os membros do Ministério Público ao cumprimento dos seus deveres para com país. Devemos dar combate incessante à corrupção, seja onde for e doa a quem doer, mas há de se preservar sempre as instituições. A Lava Jato certamente não salvará o Brasil, até porque se tivéssemos essa pretensão, já teríamos falhado antes mesmo de começar. No entanto, esse belo trabalho – estou convicto disso – tem as condições necessárias para alavancar nossa democracia para um novo e mais elevado patamar, se, e somente se, soubermos manter a união, a lealdade institucional, o respeito à Constituição. Devemos apagar o brilho personalista da vaidade para fazer brilhar o valor do coletivo, densificando a institucionalidade dentro da nossa casa e, consequentemente, no País.

Para encerrar, socorro-me uma vez mais de outro insigne estadista – Winston Churchill – que guiou seu país em uma terrível guerra pela sobrevivência e pela liberdade. Parafraseando-o, desejo que, unidos no cumprimento do próprio dever, tenhamos, nas nossas mentes e nos nossos corações, a ideia firme de que se o Ministério Público brasileiro durar mil anos, possam os homens dizer de nós: “Este foi o seu melhor momento”.”

Contradição
Porém, na atitude mais recente do Procurador, onde, encaminha ao STF o pedido de concessão de perdão para José Dirceu, Janot desqualifica, descredibiliza às suas falas contidas na carta acima, onde ele conclama os seus colegas, as instituições e a sociedade para se unirem em prol do país.

-Sinceramente não dar pra entender, ficamos num estado de total indignação, em vermos mais uma manifestação de um agente da Lei, em favor dos criminosos da classe política; - com isso, ele joga um balde de água fria, literalmente, num momento, em que toda uma nação anseia por justiça.
A atitude é tão indecente, quanto decepcionante para uma sociedade que reluta diante a tantos escândalos por nutrir esperanças de ainda, poder ver o Brasil caminhar, mesmo que seja numa vereda estreita de justiça , seriedade e serenidade fato; -ao menos isso! -Mas que ande! Pois, da forma que está, é muito difícil que o seu povo suporte, principalmente o cidadão de bem.

Na frase final do texto da carta, em que procurador sugere um boa lembrança da sociedade em relação ao MPF, quando diz: "Este foi o seu melhor momento", ele nos revela uma contradição grotesca, quando na última segunda-feira 27, encaminhou o pedido perdão para ex-ministro à Suprema Corte, com tal atitude, ele parece certificar aos homens desonestos, fraudulentos e criminosos, que o crime no Brasil para os ricos compensa, pois a própria "justiça" se encarregar de interceder por eles e perdoa-los, e assim, se constitui a legitimação da impunidade. -Ao que parece que o clamor feito pelo procurador, foi em prol da união dos ricos e para os ricos.