segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Populares realizam manifetasção pela contsrução de UPA, Maiobão.

UPA ou BAR? Eis o impasse! A luta de populares pela construção da Unidade de Pronto Atendimento. Por: Mendes Junior O Patriota! 18-08-2014 18:07
Na tarde do último sábado 16 agosto, moradores do conjunto Maiobão e de bairros vizinhos, como; Upaon-Açu, Paranã, Vila Cafeteira e Vila Carlos Augusto realizaram um Ato Público em prol da construção da Unidade de Pronto Atendimento, a (UPA). Os populares se concentraram enfrente ao terreno destinado para construção, localizado na Avenida 08, no ponto final da linha dos ônibus. A manifestação foi organizada por uma comissão da comunidade e apoiada pelo Conselho Municipal de Saúde. Com o ato, os manifestantes buscam chamar a atenção das autoridades em relação ao impasse, para que assim, se manifestem em favor da população, e ainda, chamar a atenção do juiz que decidiu pelo embargo da obra, o Dr. Clésio Coelho Cunha, que é responsável pela Vara de Interesses Difusos e Coletivos, para que o mesmo reveja a decisão que impede a construção obra, pois desfavorece a população. A principal reivindicação do Ato Público é a construção da UPA e, de preferência na quadra da Avenida 08, pois já fora feito todo processo licitatório, no caso de escolher outro local, pode se perder o prazo e o recurso da obra pode voltar para Brasília. “Isso não pode acontecer, a população necessita urgentemente dos serviços de saúde, pois, aqui no município, nós não temos nenhum hospital público, nenhuma maternidade que nos atenda,” evidenciou a manifestante. Durante o manifesto foram colhidas várias assinaturas dos moradores como forma de representação da vontade popular, as quais serão encaminhadas ao juiz da causa, e assim, seja marcada uma audiência pública para que se encontre uma solução para o problema. “Queremos que os vereadores da câmara municipal, se manifestem em favor da população, pois, estão todos calados, não estão fazendo nada pela comunidade,” afirmou a manifestante. Paço do Lumiar tem hoje, uma população aproximada de 120 mil habitantes, e não conta com nenhum hospital público, dispõe somente de uma Unidade Mista, localizada na Av. 13 do Maiobão, porém, está em reforma, a mais de um ano, funcionando temporariamente nas instalações da Policlínica, que não é capaz de atender ao grande contingente pessoas do município. Pelo que tudo indica a polêmica da não construção da Unidade de Pronto Atendimento, gira entorno de um bar instalado no local, há 26 anos - o conhecido Bar do Bigode. Conforme informação de uma das organizadoras da manifestação, a empresa responsável pela obra alegou que não poderia da inicio as obras, devido a ocupação que existe na área. Em conversa com o proprietário do estabelecimento, o mesmo afirma que sobrevive do bar e restaurante, é de lá que retira o sustento da família. Indagado a respeito dos rendimentos do empreendimento, não quis si pronunciar. Com relação à área ocupada o mesmo afirmou ter conhecimento que era pertencente a União. Perguntamos a ele, se, se opunha a construção da UPA e, se ele apontaria uma sugestão para resolver o problema, o mesmo respondeu que não era contra a construção do hospital. “Agora eu não posso sair daqui desassistido, pois é daqui que retiro o meu sustento e da minha família, se eles cobrirem o prejuízo que vou ter se sair daqui, e me derem as condições para que eu possa começar o meu negócio em outro lugar, tudo bem, tá resolvido o problema”, afirmou o proprietário do estabelecimento. Observando as questões que envolvem esse caso, percebe-se que a questão fica por conta do bom senso da justiça, e pode ser resolvido. Como declarou o Sr. Bigode, basta que apenas seja assistido em relação aos prejuízos que vão ser gerados pela sua retirada do local, o mesmo não se opõe a essa condição. Comentário Agora, o que não é aceitável e, é absurda, a permanência da decisão atual, que por causa desse detalhe, milhares de pessoas venham ser prejudicadas.

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